A ex-diretora do Detran-AM, Mônica Melo, causou o atropelamento fatal da professora Angela Neves Bulbol de Lima na última sexta-feira (20). O acidente aconteceu dentro do condomínio Ephigênio Salles, localizado na zona centro-sul de Manaus, enquanto a vítima caminhava.
A educadora sofreu um grave traumatismo craniano após o impacto violento da colisão com o veículo. Infelizmente, a equipe médica do Hospital João Lúcio confirmou a morte encefálica da ex-gestora pública ainda durante a noite daquela sexta-feira.
Omissão e falta de manifestação
Mônica Melo comandou o Detran por quase uma década, mas agora foge da responsabilidade sobre a tragédia que provocou. Até o momento, a ex-diretora permanece em liberdade e não emitiu qualquer pedido de desculpas ou esclarecimento oficial sobre a dinâmica do ocorrido.
Testemunhas afirmaram que o impacto arremessou a professora ao solo e que ela chegou a ficar presa sob o automóvel da condutora. Essa falta de posicionamento da atropeladora demonstra um descaso absoluto com a dor da família enlutada e com a gravidade do ato cometido.
Família clama por justiça contra ex-gestora
Os familiares de Angela Bulbol já registraram o Boletim de Ocorrência e garantem que buscarão a punição máxima para a responsável. Por meio de nota, eles se declararam profundamente abalados e mobilizados para que a justiça penalize Mônica Melo nas esferas cível e criminal.
A impunidade da ex-diretora do Detran causa revolta, pois ela deveria ser a primeira a respeitar as normas de segurança viária. Consequentemente, a sociedade manauara acompanha o caso com atenção para cobrar que o prestígio político da condutora não impeça o rigor da lei.

