Uma ofensiva coordenada pela Polícia Federal sacudiu as margens do Rio Negro nesta quinta-feira (12) com o lançamento da Operação Yacumama. De acordo com as diretrizes da ação, o foco principal foi o combate direto à extração clandestina de minérios que insiste em degradar a região de Iranduba.
Por esse motivo, as equipes táticas avançaram sobre pontos estratégicos para paralisar a logística dos garimpeiros que atuam na região metropolitana de Manaus. Por consequência do monitoramento constante, a força-tarefa conseguiu surpreender os infratores no exato momento em que os danos ambientais eram causados. Assim, a operação demonstrou que a fiscalização está intensificada contra a usurpação do patrimônio da União.
Logística clandestina neutralizada
O ponto alto da fiscalização revelou um esquema organizado de manutenção de equipamentos para o crime ambiental. De acordo com os agentes federais, a equipe localizou um estaleiro oculto que servia para reformar quatro dragas prontas para retornar ao leito do rio. Por esse motivo, os policiais também apreenderam um empurrador e uma draga que operava em plena capacidade no momento do flagrante.
Por consequência dessa retirada estratégica, o fluxo financeiro do garimpo ilegal sofreu uma interrupção significativa em um dos principais afluentes do Amazonas. Assim, o desmonte desse centro de reparos clandestino impede a retomada imediata das atividades ilícitas na área.

União de forças contra o crime
O êxito na identificação dos alvos ocorreu devido à cooperação estreita entre múltiplos órgãos de segurança e meio ambiente. De acordo com o balanço, o Ibama trabalhou em conjunto com a Delegacia Fluvial da Polícia Civil e o Batalhão de Policiamento Ambiental da PMAM. Por esse motivo, a integração permitiu uma varredura completa que incluiu tanto o monitoramento aquático quanto o terrestre em Iranduba.
Por consequência da ação, os danos pela contaminação das águas foram devidamente documentados para fundamentar os próximos passos dos processos criminais. Assim, as autoridades estaduais e federais sinalizam que novas incursões devem ocorrer para garantir a preservação total do Rio Negro.

