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Estupro coletivo em Beruri: Polícia prende suspeitos de abusar de criança indígena

Uma operação conjunta entre as forças de segurança resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 24 e 25 anos, suspeitos de participarem de um estupro coletivo contra uma criança indígena de apenas 3 anos. O crime ocorreu na comunidade Fortaleza, zona rural de Beruri, durante a noite de Natal. De acordo com as investigações da Polícia Civil do Amazonas, o grupo teria se aproveitado de um momento de confraternização na vizinhança para invadir a residência da vítima.

Dinâmica do crime e descoberta

Conforme o relato do delegado Jailton Santos, a mãe da criança havia deixado as filhas dormindo em casa com as luzes acesas enquanto estava em uma residência próxima. Entretanto, em determinado momento, ela percebeu que a iluminação do quarto havia sido apagada e decidiu verificar o que estava acontecendo. Ao entrar no cômodo, a mulher encontrou um homem conhecido da comunidade no interior do quarto, enquanto outros dois suspeitos permaneciam do lado de fora dando cobertura e se revezando nos abusos.

Logo após perceberem a aproximação da mãe, os criminosos fugiram do local imediatamente. Ao socorrer a filha, a mulher notou que a criança de 3 anos apresentava sangramento e chorava intensamente. Devido à localidade ser de difícil acesso, o deslocamento para a sede do município só foi concluído na manhã de quinta-feira (25), onde a vítima passou por exames de corpo de delito que confirmaram o estupro de vulnerável.

Posteriormente à confirmação do crime, equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Civil Municipal iniciaram diligências na área rural. Com o apoio da prefeitura, que disponibilizou uma lancha para o transporte fluvial, os agentes conseguiram localizar e prender dois dos envolvidos. Contudo, um terceiro suspeito já identificado pelas autoridades ainda permanece foragido e as buscas continuam na região.

Atualmente, os dois homens presos foram autuados em flagrante por estupro de vulnerável agravado pela modalidade coletiva. Eles devem passar por audiência de custódia e permanecerão à disposição do Poder Judiciário. Enquanto isso, o portal segue acompanhando o caso para informar sobre a captura do último envolvido nesta ocorrência bárbara que chocou o interior do Amazonas.

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