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Padrinho é preso suspeito de estuprar as próprias afilhadas em Manaus

Uma ação da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente resultou na prisão de um homem de 58 anos nesta segunda-feira. O suspeito exercia o papel de padrinho de duas irmãs, de 10 e 11 anos, no bairro São José Operário. Por essa razão, os policiais civis monitoraram os passos do indivíduo até efetivarem a captura na zona leste.

Além disso, a ordem judicial de prisão fundamentou-se nos relatos de abusos recorrentes cometidos dentro do círculo familiar. Consequentemente, o agressor agora enfrenta o isolamento preventivo para não interferir no andamento do processo criminal.

Revelação de rede criminosa familiar

O Conselho Tutelar enviou denúncias graves que apontavam a participação de três homens distintos nos ataques sexuais contra as menores. Além do padrinho detido agora, os investigadores identificaram o pai e o padrasto das crianças como coautores dos crimes. Por esse motivo, a Depca traçou a dinâmica das agressões para entender como os familiares agiam sem levantar suspeitas imediatas.

Da mesma forma, o relatório técnico descreveu um cenário de vulnerabilidade extrema onde os protetores tornaram-se os algozes das vítimas. Portanto, a investigação trata o caso como uma articulação criminosa que aproveitava o ambiente doméstico para a prática de estupro.

Fuga interestadual e cerco policial

O trabalho investigativo já alcançou dois dos três suspeitos envolvidos nesta rede de abusos contra as afilhadas. Um dos homens, o padrasto, tentou escapar da justiça e acabou preso no Rio de Janeiro na semana passada. Por consequência, a equipe policial concentrou as buscas no Amazonas para localizar o padrinho, que permanecia escondido na capital.

Adicionalmente, as diligências continuam intensas para capturar o terceiro envolvido, que atualmente ostenta a condição de foragido da justiça. No entanto, as autoridades acreditam que o cerco policial resultará na detenção de todos os responsáveis nos próximos dias.

Responsabilização e apoio à população

O preso seguirá para a audiência de custódia e responderá formalmente pelo crime de estupro de vulnerável perante o Poder Judiciário. A PC-AM enfatiza que a colaboração comunitária é essencial para interromper ciclos de violência contra menores de idade. Por esse motivo, os canais de denúncia anônima como o 181 e o 197 seguem abertos para receber informações sobre o paradeiro do último foragido.

Em suma, o Estado garante proteção integral à identidade de quem ajuda a desarticular crimes desta natureza. O inquérito agora aguarda apenas os laudos periciais finais para o encaminhamento definitivo ao Ministério Público.

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