As equipes da Polícia Civil do Amazonas efetuaram a prisão de dois homens na manhã desta quarta-feira (4) em Manaus. Os investigadores identificaram os detidos como Emerson Servalho de Souza e Antônio Carlos Pinheiro, suspeitos de participar do assassinato do professor Davi Said Aidar.
A apuração policial indica que o grupo criminoso era composto por cinco pessoas no total. Atualmente, as autoridades já mantêm quatro desses indivíduos sob custódia, enquanto as buscas continuam para localizar uma mulher que segue foragida. Por essa razão, a captura da dupla representa um avanço crucial para o encerramento do inquérito que apura a execução do docente.
Detalhes da execução violenta
O crime ocorreu no dia 6 de fevereiro no Ramal Águas Brancas, localizado na rodovia AM-010, onde o professor mantinha um bar comercial. Três criminosos chegaram ao estabelecimento com os rostos cobertos e dispararam diversas vezes contra a vítima. Davi Said Aidar tinha 62 anos e recebeu os tiros fatais na presença de sua esposa.
Consequentemente, o professor universitário morreu no local antes mesmo de receber qualquer tipo de socorro médico. Natural de São Paulo, o mestre vivia no Amazonas há mais de 24 anos e possuía uma trajetória acadêmica respeitada na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Próximos passos e coletiva oficial
O Ministério da Segurança e a Polícia Civil devem realizar uma coletiva de imprensa ainda hoje para divulgar detalhes técnicos sobre a motivação do homicídio. Os agentes trabalharam de forma minuciosa desde o dia do atentado para cruzar informações e chegar aos nomes dos executores.

Portanto, a apresentação oficial dos presos fornecerá esclarecimentos sobre a função de cada suspeito dentro da organização criminosa. A polícia solicita que a população continue enviando denúncias que possam levar ao paradeiro da mulher envolvida na ação para garantir que todos os culpados respondam judicialmente pelo assassinato do acadêmico.

