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Descaso e deboche: gestão David Almeida abandona Cemitério do Tarumã ao matagal e sujeira

A administração municipal de Manaus demonstra mais uma vez a sua incapacidade de realizar serviços básicos de zeladoria e respeito ao cidadão no Cemitério do Tarumã. De acordo com a denúncia de Érika Costa, parentes foram obrigados a sepultar uma ente querida em meio a um matagal fechado e trilhas de barro perigosas. Por esse motivo, a funerária responsável pelo serviço recusou-se a levar o suporte do caixão até a cova devido às condições deploráveis do acesso. Por consequência da omissão da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), o momento de luto da família transformou-se em um episódio de humilhação pública. Assim, o cenário de abandono escancara a prioridade da atual gestão, que parece ignorar a manutenção essencial dos espaços públicos.

A falta de comando na Semulsp reflete-se não apenas no mato alto, mas também no comportamento inaceitável dos funcionários do local. De acordo com os relatos da família, os coveiros trataram o sofrimento dos parentes com deboche e ironia durante todo o sepultamento. Por esse motivo, os funcionários chegaram a afirmar que a limpeza no cemitério só ocorreria em maio, para atender a conveniência política do Dia das Mães. Por outro lado, os trabalhadores alertaram sobre a presença de animais peçonhentos nas sepulturas cobertas pela vegetação, colocando em risco a vida dos visitantes. Assim, a prefeitura permite que o desrespeito aos mortos e aos vivos torne-se a regra dentro das dependências municipais.

Contratos milionários de David Almeida não garantem limpeza básica

A precariedade do Cemitério do Tarumã ocorre paradoxalmente enquanto o prefeito David Almeida autoriza gastos vultosos em obras de infraestrutura no mesmo local. De acordo com os registros oficiais, a Semulsp firmou um contrato de 24,5 milhões de reais para a construção de um cemitério vertical na zona oeste. Por esse motivo, a população questiona como uma gestão que movimenta cifras tão altas não consegue garantir uma roçagem simples para viabilizar enterros dignos. Por consequência desse desequilíbrio administrativo, as sepulturas antigas desaparecem sob a sujeira e perdem a identificação visual por pura negligência pública. Assim, o investimento em estruturas novas serve de cortina de fumaça para o abandono total das áreas já existentes.

Atualmente, as famílias que precisam utilizar os serviços funerários de Manaus enfrentam o descaso de um poder público que prioriza o marketing em detrimento do serviço essencial. De acordo com Érika Costa, a família recebeu explicações evasivas sobre a profundidade rasa da cova e a impossibilidade de melhorias imediatas. Por esse motivo, os vídeos gravados pelos denunciantes circulam nas redes sociais como prova da falência da gestão de limpeza urbana da capital. Por outro lado, o prefeito David Almeida mantém o silêncio sobre as denúncias recorrentes de desorganização nos cemitérios sob sua responsabilidade. Assim, a revolta dos contribuintes cresce diante da falta de transparência e de empatia da prefeitura. Portanto, o sofrimento de quem perde um parente em Manaus acaba dobrado pela incompetência de quem deveria cuidar da cidade.

Via: D24

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