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Professores protestam e pedem veto à reforma da previdência em Manaus

Manaus – Professores da rede municipal de Manaus voltaram às ruas nesta terça-feira (18) e realizaram um novo protesto em frente à Prefeitura de Manaus, na zona oeste da capital. A mobilização começou ainda na segunda-feira (17), logo após a aprovação da reforma da previdência pela Câmara Municipal, e segue por tempo indeterminado.

A categoria pressiona o prefeito David Almeida a não sancionar o Projeto de Lei Complementar nº 08/2025, que altera idade mínima e tempo de contribuição para aposentadoria dos servidores municipais. Os professores classificam a proposta como “PL da Morte”.

Segundo a coordenadora administrativa do Asprom Sindical, Elma Sampaio, os servidores estão indignados com a condução do processo.
“Fomos humilhados. O projeto só passa porque os vereadores votam conforme os interesses do prefeito. A greve continua até que ele desista de sancionar essa crueldade. Se isso acontecer, professores vão morrer em sala de aula”, afirmou.

A proposta aprovada aumenta a idade mínima para aposentadoria para 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), com 25 anos de contribuição. No caso dos professores, a idade passa a ser de 60 anos para homens e 57 para mulheres. Cerca de 35 mil servidores municipais serão afetados.

A votação ocorreu em dois turnos, ambos de forma simbólica, sem painel eletrônico. Desde ontem, professores se revezam em atos públicos, e novas ações mais intensas já estão sendo articuladas caso o prefeito decida sancionar o PLC.

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