A Polícia Federal (PF) prendeu duas mulheres no último sábado (10) durante uma fiscalização de rotina no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus. As suspeitas tentavam embarcar para Guarulhos (SP) transportando aproximadamente 25 quilos de maconha ocultos em suas bagagens. De acordo com os agentes federais, a descoberta ocorreu pouco antes do check-in, evitando que o entorpecente deixasse a capital amazonense. Certamente, a eficácia do monitoramento no terminal foi crucial para o sucesso da operação.
Raio-X Identifica Tabletes em Situações Distintas
As prisões aconteceram em momentos separados, entretanto, o protocolo de segurança identificou o mesmo padrão de irregularidade. Durante a passagem das malas pelo raio-x, os agentes notaram imagens suspeitas que indicavam uma grande concentração de matéria orgânica. Logo após a identificação visual, os policiais realizaram a abertura das bagagens para uma checagem detalhada. Ao revistarem o interior das malas, a equipe confirmou a presença de diversos tabletes de maconha que ocupavam quase todo o espaço disponível.
Identidade no Acondicionamento Sugere Esquema Único
Embora as abordagens tenham ocorrido separadamente, a Polícia Federal investiga uma possível conexão entre as duas mulheres. Consequentemente, a forma idêntica de organizar e embalar a droga levantou a suspeita de que ambas integrem o mesmo esquema criminoso. Além disso, a PF analisa agora se as passageiras foram recrutadas pela mesma organização para atuar como “mulas” do tráfico interestadual. Portanto, o depoimento das presas será fundamental para rastrear a origem do entorpecente.
Encaminhamento e Procedimentos Legais
Após o flagrante, os policiais conduziram as mulheres à Superintendência da Polícia Federal em Manaus para os procedimentos cabíveis. Lá, elas responderão pelo crime de tráfico interestadual de drogas e permanecerão à disposição da Justiça. Com efeito, o material apreendido seguirá para perícia técnica antes da destruição oficial. Ademais, a fiscalização no Aeroporto Eduardo Gomes continua intensificada para coibir a saída de substâncias ilícitas da região Norte para outros estados do país.

