O desfecho de um sequestro terminou em tragédia na tarde deste sábado (7) no bairro Puraquequara. Jhon Gláucio Marques, de 35 anos, foi levado por criminosos e mantido em cativeiro antes de ser morto. De acordo com os relatos, a família buscava desesperadamente pelo paradeiro do homem desde o momento do seu desaparecimento.
Por esse motivo, os parentes percorreram diversas áreas até localizarem o corpo no ramal dos porcos. Por consequência da violência do grupo, a vítima estava com as mãos amarradas e apresentava muitas perfurações pelo corpo, provavelmente de tiros. Assim, a angústia da busca familiar deu lugar ao luto no local do crime.

Mensagem deixada pela facção
Os autores do crime deixaram um aviso claro sobre o corpo da vítima logo após a execução. Segundo a polícia, o papelão colocado sobre o peito de Jhon Gláucio indicava a suposta motivação do grupo criminoso. Por esse motivo, os investigadores analisam o conteúdo do bilhete como uma tentativa de justificar o assassinato perante a comunidade. Conforme registrado pelas autoridades, a citação deixada pelos criminosos dizia o seguinte:
Morri porque sou Jack, que sirva de exemplo. ass: Comando vermelho (cv)
Investigação da DEHS e buscas
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) assumiu o caso para identificar os responsáveis pelo sequestro e morte. Segundo os agentes, os criminosos já vigiavam a rotina da vítima desde o dia 1º de setembro de 2025. Por esse motivo, a linha de investigação aponta para uma ação premeditada por membros de uma facção criminosa.
Por consequência do relato dos familiares, os policiais buscam informações sobre o veículo utilizado para levar o homem à força. Consequentemente, o Instituto Médico Legal (IML) removeu o corpo para realizar os exames periciais necessários na capital. Assim, o inquérito policial avançará para descobrir quem ordenou o sequestro e a posterior execução. apuração para confirmar se a motivação descrita no papelão é verídica.

