Agentes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE-AM) realizaram a escolta de Fernando Melo para a audiência de custódia na manhã deste sábado (24). De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o homem confessou formalmente o assassinato do próprio filho, de apenas 3 anos, durante depoimento na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Por esse motivo, o Poder Judiciário avalia agora a manutenção da prisão preventiva diante da gravidade e da repercussão do crime bárbaro. Por consequência da periculosidade do suspeito e do risco de linchamento, a força de elite acompanhou todo o trajeto até o tribunal. Assim, o processo avança para a fase de coleta definitiva de provas técnicas.
Prisão na zona Oeste e ferimentos
Os investigadores localizaram o assassino no bairro Parque Mosaico, na zona Oeste de Manaus, após um período de monitoramento intenso. De acordo com as autoridades, Fernando apresentava diversas escoriações pelo corpo no momento da abordagem policial. Por esse motivo, o suspeito relatou aos agentes que causou os danos a si mesmo logo após cometer o crime no bairro Cidade de Deus. Por consequência dessa narrativa, os peritos criminais registraram as lesões para integrar o inquérito que apura a conduta do acusado. Assim, a polícia descarta a participação de terceiros na fuga e foca na saúde mental e física do detido durante a custódia.
Próximos passos da investigação criminal
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) continua com as diligências para encerrar o inquérito policial nos próximos dias. De acordo com o delegado responsável, a equipe analisa agora os laudos periciais que confirmaram a morte por asfixia mecânica no banheiro da residência. Por esse motivo, os depoimentos de familiares e vizinhos servirão para traçar o perfil comportamental do agressor antes da tragédia. Por consequência da confissão detalhada, a Justiça deve manter o homem em regime fechado para garantir a ordem pública e a segurança das testemunhas. Assim, o caso segue para o Ministério Público, que decidirá sobre a denúncia formal por homicídio qualificado.

