Um episódio de violência extrema chocou a cidade de Porto Velho nesta semana. A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil, Juliana Matos de Lima Santiago, morreu após sofrer um ataque brutal. Um aluno de 25 anos desferiu diversos golpes de faca contra a vítima de 41 anos dentro da faculdade.
Por esse motivo, o ambiente acadêmico se transformou em cena de crime em poucos minutos. Por consequência da rápida intervenção, um aluno que é policial militar conteve o agressor durante a tentativa de fuga. Assim, as autoridades prenderam o suspeito ainda no local do assassinato.
Motivação e socorro à vítima
Juliana recebeu atendimento imediato e seguiu para um hospital próximo da unidade educacional. Segundo os relatórios médicos, a professora infelizmente não resistiu à gravidade das perfurações. De acordo com a Polícia Militar, o agressor alegou que manteve um relacionamento amoroso com a vítima por três meses.
Ele afirmou que agiu por ciúmes ao descobrir que Juliana pretendia reatar o casamento anterior. Por consequência dessa confissão informal, os agentes registraram o caso como um crime passional planejado. Consequentemente, a polícia recolheu a arma utilizada no ataque para perícia técnica.

Investigação de feminicídio em andamento
A Polícia Civil de Rondônia conduz agora as investigações sob a tipificação de feminicídio. Imagens gravadas por celulares mostram o desespero de colegas que tentaram impedir o autor logo após a agressão. Em razão do cargo que a vítima ocupava na instituição policial, o crime gerou forte comoção entre os colegas de farda.
Por consequência das provas colhidas, o suspeito aguarda o julgamento em regime fechado após a audiência de custódia. Assim, o inquérito busca esclarecer se houve premeditação ou outras ameaças anteriores ao fato. O luto oficial na faculdade marca o adeus a uma profissional respeitada pela comunidade jurídica.

